Longe da Barra Funda, nas salas dos executivos das emissoras concorrentes o assunto também divide opiniões, mas a maioria acredita que a entrevista ao “Domingo Espetacular” só aconteceu para dar recados ao mercado e mostrar que a empresa ainda está na briga, apesar do discreto crescimento do SBT nos últimos meses e da audiência da Record, no mesmo período, estar estacionada. Edir Macedo rebateu a nota sobre atraso nos pagamentos, relembrou a história da emissora e reforçou publicamente quem manda em sua empresa.
A crise da Record publicada pela Veja não foi invenção da revista da editora Abril, muito menos de jornais e rádios. A crise começou nos corredores da Barra Funda e ganhou força a partir do momento que cada um colocou um ponto nesta história. E olha que estavam envolvidas pessoas das mais diferentes esferas, dos mais simples aos mais próximos ao poder. Falaram demais, como já contei aqui no Parabólica JP.
O fato é que somente a entrevista de Edir Macedo não será capaz de frear esta onda de boatos que surgiram nos bastidores da própria Record. É preciso fazer um pouco mais. É preciso motivar a equipe que se assustou com a contenção de gastos e controle de horas extras.
Parabólica – Por José Armando Vannucci
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